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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Caparaó: montanhas, café e aventura no coração de Minas Gerais

 

Caparaó, Minas Gerais | Crédito: Instagram

O grande protagonista da região é o Pico da Bandeira, com 2.892 metros de altitude

Por redação Jacytan Melo Publicações

Recife, PE, Brasil (Ano XVI) - Entre montanhas, cachoeiras, Mata Atlântica e fazendas de café, Caparaó, em Minas Gerais, é um destino que vem ganhando espaço entre os viajantes que procuram natureza, aventura e experiências autênticas.

A região do Caparaó Mineiro reúne os municípios de Caparaó, Alto Caparaó, Alto Jequitibá e Espera Feliz e tem como um dos seus grandes símbolos o Parque Nacional do Caparaó, na divisa entre Minas Gerais e Espírito Santo.

 

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Pico da Bandeira


O grande protagonista da região é o Pico da Bandeira, com 2.892 metros de altitude, considerado o terceiro ponto mais alto do Brasil.

A montanha é um dos principais destinos brasileiros para o montanhismo e pode ser acessada tanto pelo lado mineiro quanto pelo capixaba. O parque possui trilhas de diferentes níveis e também áreas de acampamento.

Uma das experiências mais procuradas é iniciar a caminhada durante a madrugada para chegar ao cume e contemplar o nascer do sol.
 
 

Parque Nacional do Caparaó

 

Parque Nacional do Caparaó
Crédito: Tripadvisor
 
Criado em 1961, o Parque Nacional do Caparaó protege uma extensa área de Mata Atlântica e possui aproximadamente 31,8 mil hectares.

Além do Pico da Bandeira, o parque reúne outros picos, mirantes, vales, cachoeiras, piscinas naturais e trilhas. Entre os destaques estão o Pico do Cristal, com 2.770 metros, e o Pico do Calçado.

Para quem prefere atividades menos exigentes, existem trilhas curtas, cachoeiras e mirantes que permitem aproveitar o parque sem necessariamente enfrentar a subida ao Pico da Bandeira.
 
 
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O sabor do café do Caparaó

A viagem pelo Caparaó não se resume às montanhas.

A região possui forte tradição na produção de cafés especiais, e o café se tornou uma das principais experiências turísticas locais.

É possível conhecer propriedades rurais, plantações, cafeterias e experiências relacionadas à produção do café, aproximando o visitante da cultura e do modo de vida das famílias produtoras.

Para quem aprecia café, vale reservar parte do roteiro para conhecer uma propriedade e experimentar os sabores da região.

 
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Cachoeiras e piscinas naturais

Cachoeira Bonia, Caparaó
Crédito: Tripadvisor
 
As águas também fazem parte da experiência.

O Parque Nacional possui cachoeiras, rios e piscinas naturais, além de paisagens montanhosas que tornam os passeios ainda mais especiais.

Depois de uma caminhada pelas montanhas, um banho de cachoeira pode ser uma excelente maneira de relaxar.

 
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Turismo de aventura

Caparaó é um destino especialmente interessante para quem gosta de atividades ao ar livre.

Entre as possibilidades estão:
  • 🥾 Trilhas;
  • ⛰️ Montanhismo;
  • 🌄 Observação do nascer e do pôr do sol;
  • 💦 Cachoeiras;
  • 📸 Fotografia de natureza;
  • ☕ Turismo de café;
  • 🌿 Turismo rural;
  • 🏕️ Camping.
A região possui experiências que combinam natureza, gastronomia e cultura local.


 
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Uma viagem para desacelerar

Mesmo para quem não pretende fazer grandes trilhas, Caparaó oferece motivos para viajar.

As montanhas, pequenas propriedades rurais, estradas cercadas de verde, cafés especiais e o clima de interior criam um cenário perfeito para quem deseja fugir da rotina.

É aquele tipo de destino em que o próprio caminho faz parte da experiência.

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Como chegar a Caparaó

Para quem viaja de carro, o acesso pode ser feito pelas rodovias que ligam a região às principais cidades de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Para conhecer o Parque Nacional do Caparaó pelo lado mineiro, a principal referência é Alto Caparaó, onde fica uma das portarias do parque. A unidade também possui acesso pelo lado capixaba, pela região de Pedra Menina.

Quem chega de avião pode utilizar aeroportos regionais e continuar a viagem por estrada. Para explorar melhor a região, o carro pode proporcionar maior liberdade de deslocamento.


 
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Acampamento no Parque Nacional

Acampamento no Parque Nacional
Crédito: Tripadvisor
 
Para quem deseja uma experiência mais imersiva, o Parque Nacional possui áreas de camping.

Pelo lado mineiro estão os acampamentos Tronqueira e Terreirão; pelo lado capixaba ficam Macieira e Casa Queimada.

As áreas contam com estruturas básicas para os visitantes, como banheiros e espaços de apoio. O pernoite exige agendamento e está sujeito à lotação.


 
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Onde ficar

Pousada do Bezerra | Crédito: Tripadvisor

Para quem visita o Caparaó pelo lado mineiro, Alto Caparaó costuma ser uma das principais bases para hospedagem.

A região oferece hotéis, pousadas, chalés e hospedagens rurais, além de restaurantes, cafeterias e serviços voltados aos visitantes.

Para quem busca tranquilidade, os chalés e pousadas em áreas rurais podem proporcionar uma experiência ainda mais próxima da natureza.


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Melhor época para visitar

O parque funciona durante o ano, mas a época ideal depende do tipo de experiência desejada.

Para quem pretende subir o Pico da Bandeira, o ICMBio indica abril a outubro como período mais favorável, por apresentar menor ocorrência de chuvas. Nas áreas altas, o inverno pode registrar temperaturas abaixo de zero.

Entre novembro e março, as cachoeiras podem se tornar especialmente atrativas, embora seja importante acompanhar as condições climáticas antes das trilhas.
  

Atenção às regras do parque

Antes de fazer qualquer trilha, é importante consultar as regras e condições de visitação.

Atualmente, o Parque Nacional funciona normalmente de quinta a terça-feira, das 7h às 17h, permanecendo fechado às quartas-feiras para manutenção.

Para o bate-volta ao Pico da Bandeira, a entrada ocorre entre 7h e 9h, e o ICMBio informa que é obrigatório utilizar lanterna individual — não sendo aceita a lanterna do celular.

Sugestão de roteiro de 3 dias

Dia 1 — Alto Caparaó
  • Chegada e hospedagem;
  • Centro da cidade;
  • Cafeteria ou experiência com café;
  • Gastronomia mineira;
  • Descanso.
Dia 2 — Parque Nacional
  • Trilha e atrações naturais;
  • Cachoeiras e mirantes;
  • Pico da Bandeira, para quem estiver preparado;
  • Nascer ou pôr do sol nas montanhas.
Dia 3 — Café e natureza
  • Fazenda de café;
  • Experiência gastronômica;
  • Paisagens rurais;
  • Passeio pelas cidades da região.

Caparaó: uma experiência mineira entre montanhas

Caparaó reúne alguns dos melhores elementos do turismo de natureza brasileiro: montanhas, Mata Atlântica, aventura, cachoeiras, café especial e hospitalidade mineira.

É um destino para quem quer caminhar, contemplar, experimentar novos sabores e descobrir uma Minas Gerais cercada por paisagens impressionantes.

 

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Caparaó é o destino perfeito para quem quer fugir da rotina e se conectar com a natureza!

 

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terça-feira, 12 de maio de 2026

Monte Verde: O Refúgio Serrano que Encanta a Mantiqueira

Crédito da foto: Viagens Cinematográficas

Caminhar pela avenida principal de Monte Verde é sentir-se em um pedacinho da Europa no Brasil.

Por redação Jacytan Melo Publicações

(com informações: Wikipédia, Real Seguro Viagem)

Recife, PE, Brasil (Ano XV) - Localizada no alto da Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais, a vila de Monte Verde (distrito de Camanducaia) é muito mais do que um destino de inverno. Com uma altitude que ultrapassa os 1.500 metros, o local combina um clima ameno o ano todo, gastronomia de excelência e uma natureza exuberante que convida ao descanso ou à aventura. 

O Charme Europeu em Minas Gerais

 

Caminhar pela avenida principal de Monte Verde é sentir-se em um pedacinho da Europa no Brasil. A arquitetura de estilo alpino, as flores nas janelas e as galerias repletas de artesanato local criam um cenário digno de cartão-postal.

O destino é famoso por ser um dos mais românticos do país, oferecendo pousadas aconchegantes com hidromassagem e lareiras, perfeitas para quem busca uma conexão especial a dois.  

Gastronomia: Um Banquete de Sabores

Crédito da foto: Portal de Monte Verde
 

Se há algo que define Monte Verde é a mesa farta. A culinária local transita entre a tradição mineira e a influência europeia:

  • Fondue: Praticamente um ritual obrigatório nas noites frias.

  • Trutas: Frescas e preparadas de diversas formas, são o carro-chefe da região.

  • Doces e Queijos: Não saia de lá sem provar o autêntico queijo mineiro e os chocolates artesanais que perfumam as ruas. 

Aventura e Natureza: O Topo da Serra

Pedra Redonda - Crédito da foto: Tripadvisor
 

Para os amantes de trilhas, Monte Verde oferece alguns dos pontos mais altos da região, com vistas panorâmicas de tirar o fôlego:

  1. Pedra Redonda: A trilha mais popular, de nível moderado, que oferece uma vista de 360 graus.

  2. Pedra Partida: Um pouco mais desafiadora, ideal para quem quer ver o Pico dos Marins ao longe.

  3. Chapéu do Bispo: Um passeio clássico para quem busca contemplação.

Além das trilhas, a vila oferece passeios de quadriciclo, patinação no gelo e visitas a fazendas de falcoaria, garantindo diversão para toda a família. 

Dicas Práticas

  • Quando ir: No inverno (junho a agosto) para viver o auge do frio e dos festivais. No outono e primavera para trilhas com céu limpo e preços mais acessíveis.

  • O que levar: Mesmo no verão, as noites costumam ser frescas. Leve sempre um bom agasalho.

Monte Verde é aquele destino que a gente visita uma vez e já planeja a volta. Seja pelo silêncio das montanhas ou pelo sabor de um chocolate quente, a vila é um abraço em forma de viagem.

 

Como chegar

Chegar em Monte Verde (MG) é bem tranquilo — o principal ponto é que a cidade é um distrito de Camanducaia, então sempre existe esse “trecho final” de serra até lá.

Aqui vão as formas mais comuns

Como Monte Verde é um distrito da cidade de Camanducaia, no extremo sul de Minas Gerais, o acesso principal é feito pela Rodovia Fernão Dias (BR-381).

Devido à longa distância de algumas regiões do país, o trajeto costuma ser dividido entre voo e estrada. Abaixo, as principais formas de chegar:

1. Saindo de São Paulo (O trajeto mais comum)

Para quem vem de outros estados, o aeroporto mais próximo é o de Guarulhos (GRU). De lá, o trajeto leva cerca de 2h30 a 3h de carro.

  • Caminho: Siga pela Rodovia Fernão Dias (BR-381) no sentido Belo Horizonte até a cidade de Camanducaia.

  • O trecho final: Ao chegar em Camanducaia, você verá placas indicando Monte Verde. São cerca de 30 km de estrada de montanha (asfaltada) até a vila.

2. Saindo de Belo Horizonte

O trajeto é um pouco mais longo, levando cerca de 6h30 a 7h.

  • Caminho: Siga pela Rodovia Fernão Dias (BR-381) no sentido São Paulo até Camanducaia e, depois, siga os 30 km finais de subida da serra.

3. De Ônibus

Não existem ônibus diretos de grandes capitais para Monte Verde. É necessário fazer uma conexão em Camanducaia.

  • Passo 1: Pegue um ônibus até Camanducaia (viações como a Auto Viação Cambuí saem de São Paulo/Terminal Tietê).

  • Passo 2: Em Camanducaia, utilize as linhas urbanas da Viação Cambuí que fazem o trajeto até a vila de Monte Verde em horários específicos.

Dicas Importantes:

  • Atenção na Serra: O trecho final entre Camanducaia e Monte Verde é sinuoso e com subidas íngremes. Dirija com cuidado, especialmente se houver neblina.

  • Combustível: É recomendável abastecer em Camanducaia, embora exista posto de combustível na vila.

  • Clima: Por ser um destino de altitude, as temperaturas caem rapidamente ao entardecer. Tenha um agasalho à mão mesmo durante a viagem.


sexta-feira, 1 de maio de 2026

Diamantina: Onde a História e o Garimpo se Encontram entre as Montanhas

Crédito da foto: IndoEscola

Diamantina possui um traçado mais contido e uma arquitetura característica

Por redação Jacytan Melo Publicações
(com informações: Wikipédia, Real Seguro Viagem) 


Recife, PE, Brasil (Ano XV)
- Encravada nos contrafortes da Serra dos Espinhaço, a cerca de 300 km de Belo Horizonte, Diamantina não é apenas uma cidade; é um relicário a céu aberto da era do garimpo no Brasil. Reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO, ela preserva um casario colonial impecável que parece ignorar a passagem dos séculos.

Pilares que sustentam a alma diamantinense:

Passadiço da Casa da Glória
Crédito da foto: Wikipédia

1. Arquitetura e Urbanismo Únicos

Diferente de Ouro Preto, que se espalha por colinas íngremes e sinuosas, Diamantina possui um traçado mais contido e uma arquitetura característica. Os sobrados com sacadas em madeira recortada e as ruelas de pedras "pé de moleque" dão o tom do Centro Histórico.

- Passadiço da Casa da Glória: Talvez o maior cartão-postal da cidade. Trata-se de uma ponte de madeira azul que liga dois casarões históricos por cima da rua. Antigamente, servia para que as freiras do educandário transitassem sem contato com o mundo exterior.

- Igreja de Nossa Senhora do Carmo: Construída com a torre sineira nos fundos (dizem as lendas que para não atrapalhar o sono de um contratador de diamantes influente), é uma joia do barroco mineiro.


2. A Musicalidade e a Vesperata

A música corre nas veias de Diamantina. O evento mais icônico é a Vesperata, um concerto noturno onde os músicos se posicionam nas sacadas dos casarões da Rua Direita, enquanto o maestro rege o espetáculo do meio do povo. É uma experiência imersiva que mistura música clássica, MPB e o cancioneiro regional sob o luar mineiro.


3. A Lenda de Chica da Silva


Nenhuma matéria sobre a cidade está completa sem mencionar Chica da Silva. Ex-escravizada que se tornou uma das figuras mais influentes do Brasil colonial ao se unir ao contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira, ela desafiou as convenções sociais da época. Sua casa, no bairro do Carmo, pode ser visitada e ajuda a contar essa história de luxo, poder e resistência.

4. Enoturismo e Natureza

Crédito da foto: BRL INCORP

Nos últimos anos, Diamantina se reinventou como um polo de vinhos de altitude. O clima seco e as noites frias da Serra do Espinhaço favorecem o cultivo de uvas como a Syrah. Vinícolas locais oferecem tours de degustação que combinam perfeitamente com a gastronomia mineira.


Para quem busca aventura:

- Parque Estadual do Biribiri:
Um refúgio natural com cachoeiras (como a da Sentinela e a do Cristais) e a charmosa Vila do Biribiri, uma antiga vila operária de uma fábrica de tecidos que hoje abriga restaurantes e pousadas.

Dicas de Ouro para o Viajante

- Caminho dos Escravos: Uma trilha histórica pavimentada por pedras originais com vista panorâmica.
- Mercado Municipal: O lugar ideal para comprar queijos, doces e artesanato em palha e cerâmica.
- Pôr do sol na Praça JK: Um momento de contemplação da silhueta da serra que abraça a cidade.

Diamantina é um destino que exige tempo para ser "sentido". Entre um café com pão de queijo e um sereno ao som de violões, a cidade revela que seu maior diamante não é a pedra preciosa, mas sim a sua gente e sua memória.


Como chegar

Sair de Recife para Diamantina é uma viagem relativamente longa (cerca de 1.790 km) e pode ser feita de várias formas. Vou te explicar as principais opções:

De avião + ônibus (melhor custo-benefício em tempo)

Essa é a forma mais prática:

Voo de Recife para Belo Horizonte. Depois pegar ônibus ou carro até Diamantina

- Tempo total: cerca de 10 a 12 horas (incluindo deslocamentos)

- Trecho final: BH → Diamantina: ~300 km ~4h30 de viagem

Esse é o jeito mais rápido e comum.

De carro (viagem direta)

- Distância: ~1.790 km. Tempo: cerca de 24 a 25 horas de estrada

- Rota geral: Você vai sair de Recife e seguir principalmente por rodovias como:

- BR-232 (saindo de Recife)
- Depois conexões com BR-116 / BR-135
- E por fim MG-259 até Diamantina

É uma viagem longa — o ideal é dividir em 2 ou 3 dias, parando em cidades no caminho (ex: Salvador ou norte de Minas).

De ônibus (mais econômico)

Tempo: pode passar de 40 horas dependendo das conexões. Normalmente envolve trocas de ônibus, por exemplo:

- Recife → Feira de Santana (BA)
- Feira de Santana → Montes Claros (MG)
- Montes Claros → Diamantina

É a opção mais barata, mas também a mais cansativa.



quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Lagoa Santa, em MG, encanta pelas riquezas naturais, arqueológicas e paleontológicas


Lagoa Santa, Belo Horizonte - Imagem: TripAdvisor/reprodução

Escrito por Natália Aguiar | B4Tcomm

Atrações chamam a atenção de naturalistas e estudiosos. Na região também fica o Parque Nacional da Serra do Cipó. Veja opções do que fazer e onde se hospedar

Bagagem Pronta | Inspirações de viagem - Por estar próxima ao Aeroporto de Confins, Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, é muito conhecida por pessoas que chegam ao estado para trabalhar ou que apenas fazem escala por ali. Porém, a cidade é muito mais do que um ponto de parada ou passagem. Com grande potencial para o turismo, no qual destacam-se o ecoturismo e o turismo cultural, é repleta de belezas naturais e riquezas arqueológicas e paleontológicas, chamando a atenção de naturalistas e pesquisadores. Por abrigar a Gruta da Lapinha, que fica a 760 metros de altitude, Lagoa Santa tornou-se parte do acervo turístico-cultural de MG. E além de atrações próprias, a cidade ainda fica no caminho da Serra do Cipó, um dos lugares de natureza mais bonitos e preservados do país.

Outra história que muitas pessoas não sabem é que o nome Lagoa Santa surgiu devido ao valor curativo de suas águas. Por causa dessa fama, o local também recebe peregrinos em busca da cura para seus males.

Achou Lagoa Santa interessante? Veja abaixo o que fazer na região:

Gruta da Lapinha

Gruta da Lapinha, Lagoa Santa - Imagem: Sou BH/reprodução

Pertencente ao Parque Estadual do Sumidouro, a Gruta da Lapinha compreende um bloco de pedra calcária formado há 600 milhões de anos, com 40 metros de profundidade e 511 metros de extensão. Na visitação guiada, as pessoas conferem de perto estalactites e estalagmites que embelezam o lugar. Descoberta por volta do ano de 1835 pelo cientista dinamarquês Peter W. Lund, a Gruta da Lapinha foi eleita uma das sete maravilhas da Estrada Real - reconhecida como a maior rota turística do país pela importância que teve na época da Coroa Portuguesa, que oficializou caminhos para o trânsito de ouro e diamantes de Minas Gerais até os portos do Rio de Janeiro. Agendamento só é necessário para grupos acima de 25 pessoas, caso contrário, não precisa marcar visitação. Funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 16h.

Endereço: Parque Estadual do Sumidouro (acesso pelo km 44 da MG-010 p/ Serra do Cipó)

Museu Arqueológico

Museu Arqueológico, Lagoa Santa, MG
Imagem: Pelas Estradas de Minas/reprodução

O Museu Arqueológico ou Museu do Castelinho, como também é conhecido, fica no mesmo local da Gruta da Lapinha, sendo uma propriedade particular dentro da área do parque Estadual do Sumidouro. Por lá são vistos arcadas, crânios e esqueletos completos de habitantes que viveram em Lagoa Santa há mais de 10 mil anos. O museu ainda se destaca por abrigar a ossada de “Luzia”, o fóssil humano mais antigo encontrado nas Américas. Além disso, possui um acervo numeroso de peças históricas como urnas funerárias indígenas, ferramentas líticas e outros utensílios. Funciona de terça-feira a domingo, das 9h30 às 17h.

Endereço: Parque Estadual do Sumidouro (acesso pelo km 44 da MG-010 p/ Serra do Cipó)

Lagoa Central

Lagoa Central, Lagoa Santa - Imagem: TripAdvisor/reprodução

Principal cartão postal de Lagoa Santa, a Lagoa foi tombada como Patrimônio Histórico e Paisagístico em 2001. Devido à sua beleza cênica e importância histórica, é reconhecida culturalmente e encanta os moradores e turistas que visitam a cidade. Atualmente, a orla da Lagoa Central é espaço para o lazer e entretenimento de moradores e visitantes, proporcionando passeios ciclísticos, caminhadas e prática de esportes. Abriga em seu entorno o Iate Clube, outro ponto turístico do município, e gastronomia diversificada, nos diversos bares e restaurantes encontrados em toda sua extensão. Para quem gosta de admirar o pôr do sol, a Lagoa Central oferece uma vista fantástica. 

Endereço: Av. Getúlio Vargas, São Geraldo, Lagoa Santa

Túmulo do Dr. Peter W. Lund

Túmulo do Dr. Peter W. Lund, Lagoa Santa
Imagem: SENAC Minas Gerais - DescubraMinas

Considerado o pai da paleontologia brasileira, o cientista dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801 - 1880) foi uma personalidade muito importante para a história do país. Durante seu trabalho, descobriu mais de 12 mil peças fósseis em cavernas da região de Lagoa Santa, que permitiram escrever a história do período pleistocênico brasileiro, o mais recente na escala geológica, segundo informação da revista Ciência Hoje, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. O túmulo do Dr. Peter W. Lund tem uma importância carregada de história. Foi construído no local escolhido pelo próprio cientista para abrigar seus restos mortais, quando o mesmo registrou o desejo de ser sepultado à sombra de um pequizeiro onde costumava estudar. O local ainda mantém a mesma árvore. Por ali também foi erguido, por iniciativa da Academia Mineira de Letras, um monumento em homenagem ao cientista.

Parque Nacional da Serra do Cipó

Parque Nacional da Serra do Cipó, Lagoa Santa
Imagem: SENAC Minas Gerais - DescubraMinas

Saindo um pouco de Lagoa Santa, a 61 km de distância fica o Parque Nacional da Serra do Cipó e os seus 100 mil hectares de cerrados, campos rupestres e matas, além de rios, cachoeiras, cânions, cavernas e sítios arqueológicos preservados. Pela fauna e flora exuberantes e a perder de vista, recebeu do paisagista Burle Marx, em 1950, o título de “Jardim Botânico do Brasil”. O parque é um dos mais importantes do país, tanto pela biodiversidade quanto pelo potencial turístico. Para quem gosta de ecoturismo, é lugar de visitação obrigatória.

Onde se hospedar:

Samba Lagoa Santa

Hotel Samba Lagoa Santa, Lagoa Santa, Minas Gerais
Imagem: Booking/reprodução

Distante apenas 13 km do Aeroporto de Confins, o hotel é um facilitador para quem chega e sai da cidade, até por isso, é muito procurado por hóspedes corporativos. Mas quem visita Lagoa Santa para fazer turismo e deseja uma hospedagem relaxante, encontra uma boa estrutura e um excelente custo benefício para a hospedagem. Também é uma boa alternativa mesmo para quem vai à Serra do Cipó, uma vez que aparece como opção de parada para descanso antes ou depois da viagem de 63 Km.

O Samba Lagoa Santa tem amplo estacionamento, área de lazer na cobertura com vista panorâmica, piscina com hidromassagem e bar no terraço com linda vista para a Lagoa Central. Também possui um restaurante de comida japonesa, o “Sambar”, que fica aberto de 19h às 00h. A outra vantagem de se hospedar no hotel é que ele está próximo das várias atrações turísticas citadas.

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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Casa na Árvore é novidade de hospedagem no Hotel Fonte Limpa (MG)


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Ambiente exigiu investimento de R$ 70 mil para começar a receber hóspedes
Imagem: Reprodução/Divulgação/Primeiro Plano Comunicação

 por Filip Calixto | Hôtelier News

Bagagem Pronta - 4 anos online - Fazenda cuja casa sede foi construída em 1742, a Fonte Limpa, que hoje é um dos hotéis de Santana dos Montes (MG), inaugurou uma acomodação pensada para promover a integração do turista com a natureza. Trata-se de uma casa na árvore, que une o conforto hoteleiro com a atmosfera rural. O ambiente tem 65 m², dois ambiente internos e demandou R$ 70 mil em investimentos até estar em pé.

"A ideia foi atender o cliente que busca essa fuga de sua rotina e o contato com a natureza", teoriza Bruno Nogueira, um dos gestores do meio de hospedagem. De acordo com ele, que é um dos herdeiros da fazenda tombada, a acomodação já é a preferida entre as disponíveis do empreendimento e fica entre duas árvores centenárias.

O apartamento foi montado com material mais leve que a madeira utilizada nesse tipo de construção e tem o telhado feito a partir de caixas de leite e de pasta de dente recicladas, trazendo assim à tona a questão da sustentabilidade. Dentro da casa na árvore, os itens de conforto da hotelaria moderna não ficam ausentes. São dois ambientes (quarto e sala), duas varandas, banheiro privativo com ofurô, TV de 32" e a cama é das "grandes", conforme conta o representante do hotel.

O projeto foi idealizado pelo arquiteto Jiàn Jõpeki, a pedido de outro integrante da família proprietária da fazenda que teve a ideia inspirada em outras acomodações desse tipo que viu em viagens à Europa. "Imagino o hóspede 'abraçado' à natureza, em um local que ele contemple toda essa beleza que lhe é oferecida”, diz Jõpeki.

Entusiasta da ideia que vem dando certo, Nogueira não descarta a hipótese de ampliar a quantidade de casas na árvore dentro do Hotel Fazenda Fonte Limpa. "É possível que tenhamos outras", revela.

Conheça mais sobre o Hotel Fazenda Fonte e se hospede agora!

Imagem: Reprodução/Divulgação/Booking.com

Hotel Fazenda Fonte Limpa
Zona Rural S/N, Santana dos Montes, CEP 36430-000, Brasil 

Localizado em Santana dos Montes, o Hotel Fazenda Fonte Limpa possui jardim, 2 piscinas e piscina aquecida. A acomodação dispõe de banheira de hidromassagem. Belo Horizonte está localizada a 135 km da propriedade. O WiFi gratuito é fornecido, e o estacionamento privativo, também gratuito, está disponível no local.

Todas as unidades dispõem de TV de tela plana via satélite. Algumas unidades possuem uma área de estar e/ou varanda. Cada unidade inclui um banheiro privativo com banheira de hidromassagem. As roupas de cama são fornecidas.

O Hotel Fazenda Fonte Limpa também inclui um centro de spa. O bar da acomodação é ideal para relaxar com uma bebida.

Além disso, você pode jogar pingue-pongue no local e desfrutar de passeios a cavalo nos arredores. O Hotel Fazenda Fonte Limpa fica a 47 km de Barbacena e a 35 km de Conselheiro Lafaiete.

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sexta-feira, 17 de julho de 2015

TURISMO (MG) - Saiba onde se hospedar na cidade mineira de Monte Verde

Monte Verde - MG - Imagem: Reprodução/Divulgação

por Pure Viagem

Assine Bagagem Pronta

A cidade recebe visitantes o ano todo. Conheça as melhores opções de hospedagem no município serrado de Minas Gerais

#BAGAGEMPRONTA - Minas Gerais é um estado com cidades fascinantes, como as históricas Ouro Preto e Tiradentes. Além delas, outro destino mineiro que atrai bastante turistas é Monte Verde, famosa pelo ecoturismo. A cidade, que assim como Campos do Jordão e Itatiaia fica localizada na Serra da Mantiqueira, é agradável em todas as estações do ano. No verão, as temperaturas chegam a 28°C, enquanto que, no inverno, podem ficar negativas, com possibilidade de geadas que deixam a paisagem belíssima.

CREDICARD

O ambiente de Monte Verde é agradável e tranquilo, típico de uma cidade do interior, sendo uma ótima opção para quem procura um lugar com clima frio e com a paz do convívio com a natureza. Seus hotéis, é claro, são quase todos equipados com lareiras e possuem cafés da manhã fartos, com iguarias deliciosas, características que fazem toda a diferença quando se está viajando para um local com temperaturas mais baixas.

DECOLAR.COM

Por exemplo, a pousada Carícia do Vento - uma das mais famosas da região - reúne o conforto da vida moderna com o aconchego das cidades serranas. Com chalés e suítes de alvenaria, a pousada destaca-se em sua gastronomia, com cafés da manhã luxosos e variados, além de ter uma vista incrível para as paisagens da cidade.

REAL SEGURO

Outro lugar que encanta seus hóspedes em Monte Verde é o hotel Meissner-Hof, que traz em cada detalhe uma lembrança fiel da arquitetura da Baviera alemã. Localizado dentro de um enorme jardim, o hotel possui ainda um charmoso terraço com vista panorâmica, tornando o local perfeito para uma estadia a dois ou um passeio relaxante com a família.

Confira abaixo os melhores hotéis de Monte Verde:

Hotel Fazenda Itapuá - Imagem: Reprodução/Internet

Hotel Fazenda Itapuá - Situado a três quilômetros do centro de Monte Verde, o hotel conta com uma área com mata nativa, com corredeiras, lagos e lugares onde é possível ouvir o canto dos pássaros. Os chalés são espalhados pelo local, em meio ao verde e ao som dos animais. Há uma sala de relaxamento junto às saunas onde é possível descansar em um ambiente aquecido com uma bela vista. O hotel tem também piscina climatizada, ofurô, quadra de tênis, sala de alongamento, sala de baralho, playground, passeio a cavalo, trilhas, massagem, barzinho e uma capela. Diárias a partir de R$ 230. Estrada de Monte Verde, Km 3, S/N - Fazenda Itapuá, Camanducaia - MG


Hotel Fazenda Floresta Negra
Imagem: Reprodução/Internet

Hotel Fazenda Floresta Negra - O hotel se situa literalmente dentro da natureza. Seus chalés são confortáveis e dos mais variados tamanhos: para uma viagem em casal ou com a família. Com opções para crianças e adultos, a Fazenda Floresta Negra possui piscina, arvorismo, tirolesa, passeio a cavalo, cachoeiras, quadra poliesportiva e um playground. Todos os quartos são chalés simples e confortáveis, com cama de casal e alguns incluem beliche ou bicama. Diárias custam a partir de R$ 392. Estrada da Fazendinha, s/n - Ponte Nova, Camanducaia - MG


Pousada Carícia do Vento - Imagem: Reprodução/Internet

Pousada Carícia do Vento - A pousada possui um café da manhã espetacular e um lindo salão bem decorado com música ambiente. Há ainda a opção de café da manhã personalizado na acomodação. O hotel oferece Wi-Fi na área social, sauna seca e sauna úmida privativa, deck com piscina e serviço de bar, spa e sala de massagens. A pousada possui opção de chalé e de quarto suíte, alguns com hidromassagem e lareira. Diárias a partir de R$ 335. Rua Parelha, 128 - Centro (Monte Verde), Camanducaia - MG

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Rede Meliá inaugura primeiro hotel da marca Tryp by Wyndham em Belo Horizonte (MG)

Tryp Belo Horizonte (MG) - Divulgação

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A Meliá Hotels International abre as portas de primeira unidade da marca Tryp by Wyndham na capital de Minas Gerais. O Tryp Belo Horizonte está localizado na Avenida Cristiano Machado, uma das vias mais importantes da cidade, próximo aos principais centros urbanos.


Com o novo empreendimento em seu portfólio, a rede amplia presença no Brasil e soma mais uma importante cidade no seu âmbito de atuação com a marca Tryp by Wyndham, e com grande potencial de crescimento, segundo Rui Manuel Oliveira, vice-presidente da Meliá Hotels International Brasil.


Entre as próximas aberturas da Meliá no Brasil está o Meliá Ibirapuera, em São Paulo, com 350 quartos; e o Meliá Paiva, em Recife (PE), com 192 apartamentos. Além do Innside Santos (SP), Meliá Barra (PE), Innside Barra (PE) e Tryp Itaboraí (RJ).

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Fontes:
ww.tryphotels.com
www.meliahotelsinternational.com

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