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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Victoria Falls: A Majestosa "Fumaça que Troveja" no Coração da África

Crédito da foto: Phillip Imler victoriafallshq.com

David Livingstone, o primeiro europeu a avistar as quedas em 1855.

Por redação Jacytan Melo Publicações
(com informações: Wikipédia, Civitatis, Vai de Promo) 


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Recife, PE, Brasil - Victoria Falls é um dos lugares mais fascinantes de África, conhecido mundialmente pelo seu espetáculo natural impressionante. As águas do rio Zambeze caem com força numa ravina profunda, criando uma nuvem de gotas e um som que ecoa a grande distância. O cenário é simplesmente inesquecível, perfeito para quem procura aventura, natureza e momentos mágicos.

Localizada na fronteira entre a Zâmbia e o Zimbábue, Victoria Falls (ou Quedas de Vitória) não é apenas uma cachoeira; é um espetáculo da força bruta da natureza. Considerada uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo e Patrimônio Mundial da UNESCO, ela detém o título de maior cortina de água em queda do planeta.

Para os habitantes locais, o nome é Mosi-oa-Tunya, que em tradução livre significa "A Fumaça que Troveja". O apelido não é exagero: em épocas de cheia, o spray de água sobe a centenas de metros de altura e pode ser visto a quilômetros de distância.

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Um pouco de história

As cataratas foram apresentadas ao mundo ocidental pelo explorador David Livingstone em 1855, que ficou maravilhado com a sua grandiosidade. No entanto, a região já era conhecida pelos povos locais há muito tempo e, para eles, o lugar sempre teve um significado espiritual profundo.


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1. Gigante em Números

 Diferente do que muitos pensam, Victoria Falls não é a mais alta nem a mais larga do mundo individualmente, mas a combinação de sua largura e altura cria a maior superfície de água em queda livre.

- Largura:: 1.708 metros

- Altura Máxima:
108 metros (Queda Principal)

- Vazão Máxima:
Aproximadamente 500 milhões de litros por minuto

- Rio Formador: Rio Zambeze


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2. A Experiência: Zâmbia vs. Zimbábue

Embora as quedas sejam compartilhadas, a perspectiva muda drasticamente dependendo do lado da fronteira:

- Zimbábue (Victoria Falls Town): Oferece a visão mais clássica e frontal das quedas. Cerca de 75% da cortina de água está deste lado, e o parque nacional possui trilhas que permitem ver quase todas as seções da catarata.

- Zâmbia (Livingstone):
Proporciona uma proximidade maior com a água. É aqui que se encontra a famosa Devil’s Pool (Piscina do Diabo), onde turistas corajosos podem nadar na beira do abismo durante a estação seca.

    "Cenas tão belas devem ter sido contempladas por anjos em seu voo." - David Livingstone, o primeiro europeu a avistar as quedas em 1855.


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3. Quando Ir? O Ciclo das Águas

A experiência em Victoria Falls muda completamente dependendo do mês da sua visita:

- Águas Altas (Fevereiro a Maio): O espetáculo é ensurdecedor. Prepare-se para ficar ensopado apenas caminhando pelas trilhas. A visibilidade da base pode ser difícil devido à densa névoa.

- Águas Baixas (Outubro a Novembro): O volume diminui drasticamente, permitindo ver as formações rochosas geológicas. É a melhor época para o rafting no Rio Zambeze e para visitar a Devil’s Pool.


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4. Além das Quedas: Adrenalina e Natureza

A região se consolidou como a "Capital da Adrenalina" da África. Para os que buscam mais do que uma bela foto, as opções incluem:

- Voo dos Anjos: Um passeio de helicóptero ou microlite para ver a fenda geológica do alto.

- Bungee Jump: Um salto de 111 metros da Ponte Victoria Falls, que liga os dois países.

- Safáris: O Parque Nacional Mosi-oa-Tunya e o Parque Nacional Victoria Falls abrigam elefantes, búfalos, hipopótamos e o raro rinoceronte-branco.

Victoria Falls é um lembrete vívido da escala monumental do nosso planeta. Seja pelo rugido constante que vibra no peito ou pelo arco-íris lunar (um fenômeno raro que ocorre em noites de lua cheia), o lugar exerce um magnetismo que poucos destinos no mundo conseguem igualar.

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Como chegar em Victoria Falls

Chegar a Victoria Falls é mais simples do que a localização remota no mapa pode sugerir. Como as cataratas dividem dois países, você tem duas opções principais de "base": Victoria Falls (Zimbábue) ou Livingstone (Zâmbia).

Aqui estão as melhores formas de chegar lá:


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1. Via Aérea (A forma mais rápida)

Existem dois aeroportos principais, um de cada lado da fronteira. A escolha depende de onde você vai se hospedar ou de qual lado pretende explorar primeiro.

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Victoria Falls Airport (VFA) - Zimbábue: É o aeroporto mais movimentado e moderno da região. Recebe voos diretos de:

- Joanesburgo (JNB): A rota mais comum (aprox. 1h45 de voo).

- Cidade do Cabo (CPT): Ideal para quem está fazendo um roteiro pela África do Sul.

- Adis Abeba (ADD): Via Ethiopian Airlines (ótima opção para quem sai do Brasil).

- Harry Mwanga Nkumbula International (LVI) - Zâmbia: Localizado em Livingstone. Também recebe voos de Joanesburgo e voos domésticos de Lusaka (capital da Zâmbia).

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2. Via Terrestre (Fronteiras Próximas)

Se você já estiver explorando o sul da África, pode chegar por terra:

- Vindo de Botsuana (Kasane):
Muito comum para quem faz safáris no Parque Chobe. O trajeto de carro leva cerca de 1h30 a 2h. Muitas empresas de turismo fazem esse transfer direto para os hotéis.

- Cruzando a Ponte Victoria Falls:
Se você pousar em um país mas quiser se hospedar no outro, pode cruzar a famosa ponte que liga as duas cidades de táxi ou até a pé (com as malas, o táxi é recomendado).


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3. Documentação e Vistos (O "Pulo do Gato")


Este é o ponto mais importante da viagem. Para brasileiros (e a maioria dos turistas):

- KAZA UniVisa: É um visto único que custa US$ 50 e permite circular livremente entre o Zimbábue e a Zâmbia por 30 dias, além de permitir passeios de um dia para Botsuana. É a opção mais econômica e prática, podendo ser obtido na chegada nos aeroportos de VFA ou LVI.

- Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela: É obrigatório para entrar em ambos os países.


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Como se locomover por lá?

Uma vez nas cidades (Victoria Falls ou Livingstone), você não precisará alugar carro:

- Taxis: São abundantes e têm preços tabelados para os principais hotéis e entradas dos parques.

- Shuttles:
Muitos hotéis oferecem transporte gratuito para a entrada das cataratas em horários específicos.

- A pé: Se você se hospedar no centro de Victoria Falls (Zimbábue), conseguirá ir a pé até a entrada do parque nacional.

Resumo de Tempo de Voo (Saindo do Brasil)

Não há voos diretos do Brasil para Victoria Falls. O caminho mais rápido é:

- São Paulo (GRU) → Joanesburgo (JNB): ~
8h30 de voo.

- Conexão em Joanesburgo:
Geralmente de 2h a 4h.

- Joanesburgo (JNB) → Victoria Falls (VFA):
~1h45 de voo.
 

 
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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Arusha, Tanzânia: a porta de entrada para os grandes safáris da África

 

Crédito da foto: sababu-safaris.com

Arusha é conhecida como a capital do safári na Tanzânia

Por redação Jacytan Melo Publicações
(com informações: arusha.go.tz, Civitatis, Agoda, Vai de Promo)


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Recife, PE, Brasil - Localizada no norte da Tanzânia, aos pés do imponente Monte Meru, Arusha é considerada o principal ponto de partida para os safáris mais famosos da África. Muito mais do que uma cidade de passagem, Arusha combina natureza exuberante, diversidade cultural e importância política, sendo um dos destinos mais estratégicos e fascinantes do país.

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Um centro vital do turismo africano

Arusha é conhecida como a capital do safári na Tanzânia. A partir da cidade, viajantes têm acesso fácil a parques e reservas icônicas como o Serengeti, a Cratera de Ngorongoro, o Parque Nacional do Lago Manyara e o Tarangire. Essa localização privilegiada transformou Arusha em um polo de hotéis, lodges, operadoras de turismo e guias especializados.


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Cultura, povo e identidade local

A cidade é um verdadeiro caldeirão cultural. Povos como os masai, meru e chagga convivem com comunidades de diversas partes da África e do mundo. Essa mistura se reflete nas ruas, nos mercados, na música e na culinária local. O Mercado Central de Arusha é um ótimo retrato do cotidiano, com frutas tropicais, especiarias, artesanato e tecidos coloridos.


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Importância política e histórica

Além do turismo, Arusha ocupa um papel relevante na história recente da África. A cidade sediou importantes negociações diplomáticas, como os Acordos de Arusha, e abriga o Tribunal Africano de Direitos Humanos e dos Povos, reforçando seu status internacional.

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Natureza além dos safáris

Para quem busca experiências além das reservas naturais, Arusha oferece trilhas no Parque Nacional do Monte Meru, cachoeiras, plantações de café e vistas panorâmicas de tirar o fôlego. Em dias claros, é possível avistar até mesmo o Monte Kilimanjaro, a montanha mais alta da África, localizado a cerca de 80 km.


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Gastronomia e vida urbana

A gastronomia em Arusha mistura sabores africanos, indianos e árabes. Pratos à base de milho, arroz, banana-da-terra e carne grelhada são comuns, além do famoso nyama choma (churrasco local). Cafés, restaurantes e bares oferecem um clima descontraído, especialmente frequentado por turistas e profissionais internacionais.


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Um destino que conecta aventura e autenticidade

Arusha é mais do que um ponto de apoio para grandes aventuras: é uma cidade viva, acolhedora e cheia de identidade. Para quem deseja explorar o coração selvagem da África sem abrir mão de cultura e história, Arusha é o começo ideal.


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Como chegar em Arusha, Tanzânia

1. De avião (mais comum e rápido)

- Aeroporto Internacional de Kilimanjaro (JRO)

É o principal aeroporto para chegar em Arusha, com voos internacionais e regionais (por exemplo, via Doha, Nairobi, Amsterdã e outras cidades).

Fica cerca de 50 km a leste de Arusha — cerca de 1 hora a 1h30 de carro/táxi/shuttle até o centro da cidade.

Muitas operadoras de safári já incluem o traslado deste aeroporto diretamente para seus hotéis ou lodges.


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Aeroporto de Arusha (ARK)

Menor, serve voos domésticos dentro da Tanzânia, como de Dar es Salaam ou Zanzibar.

É mais perto da cidade (cerca de 10 km) e pode ser prático se você já estiver no país.

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2. Por terra — ônibus e transfers

- Ônibus de longa distância

Há serviços regulares de ônibus entre Arusha e outras cidades importantes da Tanzânia, como Dar es Salaam. A viagem costuma levar 9 a 13 horas, dependendo da rota e das paradas.

Operadoras populares incluem empresas maiores que oferecem ônibus com ar-condicionado e assentos confortáveis.


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Transfers e ônibus shuttles

Do aeroporto de Kilimanjaro até Arusha você pode pegar shuttles compartilhados ou transfers privados reservados com antecedência.

Existem opções mais baratas de shuttles que esperam até encher antes de partir, e outras com partida no horário marcado — reserve com antecedência para garantir vaga.

3. Por estrada a partir de cidades vizinhas

De Moshi (perto do Monte Kilimanjaro)

A cerca de 2 horas de Arusha, você pode pegar ônibus locais ou táxis, especialmente se estiver vindo após escalar o Kilimanjaro.

De Nairobi (Quênia)

Via shuttle entre Nairobi e Arusha (com parada na fronteira Namanga) leva cerca de 5 a 6 horas, com operadores que oferecem serviço diário.

É possível também entrar pelo Quênia e continuar por estrada até Arusha (você precisará de visto e certificado de febre amarela ao cruzar a fronteira).

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Dicas rápidas

✔️ Reserve voos e transfers com antecedência, especialmente na alta temporada de safáris - é comum esgotarem rápido.
✔️ Traslados privados podem ser mais tranquilos e confortáveis, principalmente se você estiver com bagagem ou chegando à noite.
✔️ Se usar ônibus local, saia cedo e confirme os horários no terminal, pois eles podem variar.

 

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segunda-feira, 14 de março de 2016

#BAGAGEMPRONTA - Conheça 10 destinos exóticos pelo mundo


Destinos exóticos para fugir do cotidiano - Imagem: Reprodução/Divulgação

por informações Terra | Turismo

#BAGAGEMPRONTA - Se sua vida resume-se em correria do dia-a-dia pelas ruas asfaltadas da cidade, estresse no trânsito e no trabalho, está na hora de repensar e dar um novo sentido para ela, pelo menos por alguns dias ou semanas. Em busca de um contato maior com a natureza, muitos dos viajantes estão optando por lugares que tenham um maior contato com a natureza, que vá além de suas imaginações.

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Algarve, Portugal - Imagem: Reprodução/Divulgação

1. Algarve

Situada na costa sul de Portugal. o Algarve tem clima quente e intimista. As principais atrações turísticas desta região são os suntuosos resorts, os campos de golfe e a cultura tradicional e provinciana das pequenas aldeias da região. Nada mais prazeroso do que caminhar pelas estreitas ruas ou ao longo da orla da praia, ou ficar apenas observando o artesanato local. A gastronomia algarvia é tão rica quanto simples, e se divide em três regiões. Na serra, destacamos a care de porco; no litoral, os frutos do mar; e no barrocal, a culinária se baseia nos produtos da agricultura local.

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Costa del Sol, Espanha - Imagem: Reprodução/Divulgação

2. Costa del Sol

Se existe um lugar em que as praias estão no topo da listas de buscas dos europeus, ele se chama Costa del Sol. Situada em Málaga, ao sul da Espanha, a região recebe socialites e famosos durante o ano inteiro. A longo dos seus 150 quilômetros de costa mediterrânea, imperam no local resorts de luxo. A infraestrutura para atender aos visitantes é completa. A dica é, antes de ir direto a Málaga passe primeiro por Nerja. Lá, você se divertirá com grutas e espetáculos de dança e música. Com a vantagem de que a maior parte dos hotéis está lá. Fora isso, ao longo da região, é só escolher entre 70 campos de golfe, três zoológicos e um imenso parque de diversões (Tivoli, com restaurantes, brinquedos, passeios e shows). Lá, o sol é camarada o ano inteiro, e em excesso, por isso, prefira ir entre janeiro e fevereiro, quando o calor não é tão implacável.

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Marrocos - Imagem: Reprodução/Divulgação/www.bridetobride.com.br

3. Marrocos

Localizada no extremo noroeste da África, Marrocos oferece aos visitantes mistério, romance e excentricidade. a terra ensolarada surpreende pelo mix de paisagens desérticas e lagos naturais. Vale tanto ver os encantadores de serpente no mercadão de Marrekesh quanto as praias e cachoeiras da cidade cercadas por muros turísticos convencionais, a região tem muitas construções fortificadas, como Medina de Essaouira, listada com Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Para quem ama a arquitetura, um ponto forte que destacamos em Marrocos são suas construções conceito, como riads, residências organizadas em volta de um pátio ou jardim. Na outra ponta, algo mais modesto mas igualmente belo, são as tendas berber. Prepare-se, pois no calor a temperatura chega a 45º e no frio despenca para 10º. As visitas a Marrocos, são recomendadas nos meses de maio e junho (primavera) ou setembro e outubro (outono).

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Mormugao, Goa, India - Imagem: Reprodução/Divulgação/www.azamaraclubcruises.co.uk

4. Goa

Goa é o menor Estado da Índia, com temperatura predominantemente quente e úmida, o que é ótimo quando se fala em uma região praiana. As cidades Calangute e Candolim abrigam as praias mais populares. Muitas de suas igrejas e templos sagrados são tombados pela Unesco. Embora o idioma oficial seja o concânio, o português de Portugal é bastante falado e compreendido na região. A gastronomia é tanto indiana, carregada nos temperos, quanto portuguesa, farta em pratos com carne de vaca, peixes e frutos do mar. Pode-se ir a Goa no verão (março a maio), quanto é quente e úmido, ou no inverno (novembro a março), de clima ameno e agradável. A única época não recomendada é a de monções (junho a setembro), quando há muita chuva e fortes ventos.

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Senibel Island - Ilha Senibel - Florida, EUA - on miraedestino.com

5. Flórida

Dá para acreditar? Alguns locais da ensolarada Flórida ainda são considerados destinos exóticos. Menos badalada, a região de Panhadle, no noroeste da Flórida, oferece tranquilidade e areia branquíssima. Alguns dias na Ilha Captiva, que atrai desde famílias comuns a celebridades, podem animar um feriado. Há resorts luxuosos, locais propícios à pesca, campos de golfe e natureza abundante. De paisagens paradisíacas, com pelicanos e coqueiros, as ilhas de Marco e Sanibel atraem visitantes o ano inteiro. De junho a outubro, é bom não ir a Flórida, é época de furacões. Planeje ir entre abril e maio (primavera) ou entre setembro e novembro (outono), quando é baixa temporada.

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Arquipélago de Seychelles, na costa africana. O conjunto de 115 ilhas,
banhadas pelo oceano Índico, liderou o ranking da revista Forbes e do site CNN
Imagem: Reprodução/Divulgação/Gerard Larose 

6. Costa africana

Na Costa africana, as ilhas que encantam por cenários paradisíacos e a hospitalidade de seu povo são: Gran Canaria, Tenerife e Fuerteventura, As sete ilhas formam um arquipélago longe da neve e do frio, que conservam temperaturas agradáveis ao longo do ano. A Gran Canaria é uma das mais importantes do conjunto. A areia branca e fina combinada ao mar cor de turquesa fazem dela a preferida de turistas e residentes. Tenerife mistura a paisagem tropical com praias próprias para surfe e traços de uma região vulcânica. Um dos pontos mais famosos desta ilha é o Monte Teide, pico mais alto da Espanha e das ilhas do Atlântico. Já Fuerteventura possui as melhores praias para banho. O clima é agradável o ano inteiro, nem frio ou quente demais. Melhor época recomendada para ir é novembro a meados de dezembro e entre abril e maio, quando os preços são menores e as ilhas, mais vazias.

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Bali, Indonésia - Imagem: Reprodução/Divulgação/www.tripadvisor.com.br

7. Bali

As belas praias de Bali, na Indonésia, recebem muitos mergulhadores, surfistas e recém-casados. Local de rica cultura e gastronomia, a ilha é cercada por montanhas e possui diversos vulcões, ainda em atividade. Como a maior parte da ilha é habitada por hindus, a espiritualidade é forte na região. Como a cordialidade: não estranhe se for abordado na rua por um desconhecido, e até mesmo abraçado. É parte da cultura local. Os pontos de visita obrigatórios em Bali são as praias Uluwatu, Padang Padang, Benoa Beach, Legian e Sanur. Na ilha, os restaurantes seguem tendências variadas, com destaque para os pratos típicos e exóticos da ilha, como o mie goreng, arroz com verduras, frutos do mar. O período ideal para conhecer Bali é entre junho e setembro, quando não chove tanto e a umidade do ar se mantém na casa dos 60%.

Praias exóticas, Tailândia - Imagem: Reprodução/Divulgação

8. Tailândia

A mistura de areia branca e mar azul é o cartão postal das praias Phuket e Pattaya, na Tailândia. A vista para as montanhas, templos  e palácios complementam o visual paradisiaco. Phuket, maior ilha da Tailândia, chega a receber quase um milhão de visitantes ao ano. Patong é a praia mais frequentada da ilha e epicentro da vida noturna da região. Assim como em Phuket, a economia de Pattaya é voltada ao turismo, com total infraestrutura para férias e feriados. Os hotéis oferecem pacotes para diferentes ocasiões e perfis de turistas, desde mochileiros a pessoas que procuram suítes mais luxuosas. O melhor período para uma viagem à ilha  é entre novembro e fevereiro, estação mais fresca. Caso o calor que beira os 30ºC não seja um problema para o visitante, o verão (março a maio) pode ser uma boa pedida; já a época de monções (junho a setembro) deve ser evitada, a menos que o visitante esteja com muita vontade de ver constantes espasmos de chuva nas suas férias.

Hilton Pattaya Hotel foi nomeado o "Melhor Hotel da Tailândia" pelos internacionais Hotéis premiados pelo 2013-2014. Convenientemente localizado no coração de Pattaya, Hilton Pattaya faz parte dos maiores centros de frente para a praia, compras e entretenimento da Tailândia. O hotel fica a 90 minutos de carro do Aeroporto Suvarnabhumi de Banguecoque (BKK) e dispõe de espaço flexível para reuniões com iluminação natural. A piscina de borda infinita ao ar livre está situado no meio de jardins com áreas de relaxamento com vistas panorâmicas sobre o oceano. RESERVE AGORA!

Mazatlan, México - Imagem: Reprodução/Divulgação/alterra.cc

9. Mazatlan

Considerada a "Joia do Pacífico", no México, Maztlan é o lugar ideal para quem gosta de pescar e saborear mariscos recém-tirados do mar. A região é acolhedora com quem é de fora, ao mesmo tempo em que mantém seu próprio ritmo: os resorts atraem um número elevado de turistas, mas o local é tranquilo. Os 10 quilômetros de praias são frequentemente escolhidos por recém-casados par a lua de mel. Igualmente movimentada é a cervejaria Pacífico, com um cardápio variado da iguaria. Mas também há programas familiares. Entre eles, visita ao aquário, com direito a shows de leões-marinhos, e mergulho, boogie boarding ou cavalgadas em Stone Islands. O frio não existe em Mazatlan, mas os melhores meses para visitar são de novembro a maio, quando o calor não oprime e raramente chove.

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Imagem: Reprodução/Divulgação

10. St. Martin

Importante ilha no Caribe, St. Martin é dividida por uma linha imaginária, mas visível. São duas partes e culturas: a holandesa (St. Maartin), e na outra borda (St. Martin), a francesa. Cassinos, luxuosos resorts e calor o ano inteiro são as três preferências do turista. E há a paisagem; águas cristalinas, vegetação abundante e areias claras. O clima é sempre favorável à visita, mas o ideal é ir entre dezembro a maio, quando chove menos e não é temporada de furacões. Há atrações como o carnaval caribenho, que dura de abril até o início de maio, e os festivais de música (reggae, jazz, hip hop, etc) que enchem de alegria a noite nos dois lados da ilha, em julho.

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quinta-feira, 20 de março de 2014

África: os tesouros mais bem guardados que a natureza oferece

E você pode conhecer...


Nairobi, Quênia - Imagem: Reprodução/Internet

A nossa viagem de hoje (20/04) é por Nairobi a capital mais populosa e principal centro financeiro, econômico, corporativo e cultural do Quénia. Lugar de extrema beleza In natura, com enorme savana, vida selvagem para quem gosta de aventura, clima quente e riqueza de tradições. A arquitetura de Nairobi destaca-se pela mistura de prédios antigos com as novas construções que oferecem um belo espetáculo quando são iluminadas à noite.


Nairobi oferece bastante atividade cultural, destacando-se os prédios da Oficina Central de Correios, a antiga Oficina do Comissionado Provincial, o Edifício ICEA, o Mausoléu Mzee Jomo Kenyatta, onde abriga o corpo do primeiro presidente do país e o Centro Internacional de Conferências Kenyatta, um arranha-céus de 28 andares.

E para completar a viagem, visite o African Heritage, no Museu Nacional do Quênia, com seus imponenetes jardins e para completar, não esqueça de passar no Mercado da Cidade, onde se pode encontrar produtos típicos do do continente africano inteiro. Há, não deixe de conhecer a Avenida Kenyatta, a Catedral da Sagrada Família e as delícias da cozinha swahili, como o chapati e o ugali.

Informações:

Embaixada do Brasil em Nairobi

Clima - A época das chuvas abrange os meses de Abril - Junho e Outubro - Novembro. Não são de excluir temporais na costa. Os meses mais frios são Julho e Agosto (22º-24º dia e 12º-15º noite, em Nairobi). O resto do ano beneficia de temperaturas médias de 28º-30º.

Língua - Inglês e Swahili (para além da língua falada por cada etnia).

Moeda local / sistema bancário - A moeda local é o Xelim do Quénia (equivalente a cerca de 0,01 Euros). O sistema bancário é desenvolvido. As operações cambiais são realizadas pelos bancos, hotéis e FOREX EXCHANGE. Não é aconselhável o câmbio fora destas entidades. Os principais cartões de crédito são aceitos.


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