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| Crédito da foto: Phillip Imler victoriafallshq.com |
David Livingstone, o primeiro europeu a avistar as quedas em 1855.
Por redação Jacytan Melo Publicações
(com informações: Wikipédia, Civitatis, Vai de Promo)
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Recife, PE, Brasil - Victoria Falls é um dos lugares mais fascinantes de África, conhecido mundialmente pelo seu espetáculo natural impressionante. As águas do rio Zambeze caem com força numa ravina profunda, criando uma nuvem de gotas e um som que ecoa a grande distância. O cenário é simplesmente inesquecível, perfeito para quem procura aventura, natureza e momentos mágicos.
Localizada na fronteira entre a Zâmbia e o Zimbábue, Victoria Falls (ou Quedas de Vitória) não é apenas uma cachoeira; é um espetáculo da força bruta da natureza. Considerada uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo e Patrimônio Mundial da UNESCO, ela detém o título de maior cortina de água em queda do planeta.
Para os habitantes locais, o nome é Mosi-oa-Tunya, que em tradução livre significa "A Fumaça que Troveja". O apelido não é exagero: em épocas de cheia, o spray de água sobe a centenas de metros de altura e pode ser visto a quilômetros de distância.
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Um pouco de história
As cataratas foram apresentadas ao mundo ocidental pelo explorador David Livingstone em 1855, que ficou maravilhado com a sua grandiosidade. No entanto, a região já era conhecida pelos povos locais há muito tempo e, para eles, o lugar sempre teve um significado espiritual profundo.
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1. Gigante em Números
Diferente do que muitos pensam, Victoria Falls não é a mais alta nem a mais larga do mundo individualmente, mas a combinação de sua largura e altura cria a maior superfície de água em queda livre.
- Largura:: 1.708 metros
- Altura Máxima: 108 metros (Queda Principal)
- Vazão Máxima: Aproximadamente 500 milhões de litros por minuto
- Rio Formador: Rio Zambeze
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2. A Experiência: Zâmbia vs. Zimbábue
Embora as quedas sejam compartilhadas, a perspectiva muda drasticamente dependendo do lado da fronteira:
- Zimbábue (Victoria Falls Town): Oferece a visão mais clássica e frontal das quedas. Cerca de 75% da cortina de água está deste lado, e o parque nacional possui trilhas que permitem ver quase todas as seções da catarata.
- Zâmbia (Livingstone): Proporciona uma proximidade maior com a água. É aqui que se encontra a famosa Devil’s Pool (Piscina do Diabo), onde turistas corajosos podem nadar na beira do abismo durante a estação seca.
"Cenas tão belas devem ter sido contempladas por anjos em seu voo." - David Livingstone, o primeiro europeu a avistar as quedas em 1855.
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3. Quando Ir? O Ciclo das Águas
A experiência em Victoria Falls muda completamente dependendo do mês da sua visita:
- Águas Altas (Fevereiro a Maio): O espetáculo é ensurdecedor. Prepare-se para ficar ensopado apenas caminhando pelas trilhas. A visibilidade da base pode ser difícil devido à densa névoa.
- Águas Baixas (Outubro a Novembro): O volume diminui drasticamente, permitindo ver as formações rochosas geológicas. É a melhor época para o rafting no Rio Zambeze e para visitar a Devil’s Pool.
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4. Além das Quedas: Adrenalina e Natureza
A região se consolidou como a "Capital da Adrenalina" da África. Para os que buscam mais do que uma bela foto, as opções incluem:
- Voo dos Anjos: Um passeio de helicóptero ou microlite para ver a fenda geológica do alto.
- Bungee Jump: Um salto de 111 metros da Ponte Victoria Falls, que liga os dois países.
- Safáris: O Parque Nacional Mosi-oa-Tunya e o Parque Nacional Victoria Falls abrigam elefantes, búfalos, hipopótamos e o raro rinoceronte-branco.
Victoria Falls é um lembrete vívido da escala monumental do nosso planeta. Seja pelo rugido constante que vibra no peito ou pelo arco-íris lunar (um fenômeno raro que ocorre em noites de lua cheia), o lugar exerce um magnetismo que poucos destinos no mundo conseguem igualar.
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Como chegar em Victoria Falls
Chegar a Victoria Falls é mais simples do que a localização remota no mapa pode sugerir. Como as cataratas dividem dois países, você tem duas opções principais de "base": Victoria Falls (Zimbábue) ou Livingstone (Zâmbia).
Aqui estão as melhores formas de chegar lá:
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1. Via Aérea (A forma mais rápida)
Existem dois aeroportos principais, um de cada lado da fronteira. A escolha depende de onde você vai se hospedar ou de qual lado pretende explorar primeiro.
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Victoria Falls Airport (VFA) - Zimbábue: É o aeroporto mais movimentado e moderno da região. Recebe voos diretos de:
- Joanesburgo (JNB): A rota mais comum (aprox. 1h45 de voo).
- Cidade do Cabo (CPT): Ideal para quem está fazendo um roteiro pela África do Sul.
- Adis Abeba (ADD): Via Ethiopian Airlines (ótima opção para quem sai do Brasil).
- Harry Mwanga Nkumbula International (LVI) - Zâmbia: Localizado em Livingstone. Também recebe voos de Joanesburgo e voos domésticos de Lusaka (capital da Zâmbia).
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2. Via Terrestre (Fronteiras Próximas)
Se você já estiver explorando o sul da África, pode chegar por terra:
- Vindo de Botsuana (Kasane): Muito comum para quem faz safáris no Parque Chobe. O trajeto de carro leva cerca de 1h30 a 2h. Muitas empresas de turismo fazem esse transfer direto para os hotéis.
- Cruzando a Ponte Victoria Falls: Se você pousar em um país mas quiser se hospedar no outro, pode cruzar a famosa ponte que liga as duas cidades de táxi ou até a pé (com as malas, o táxi é recomendado).
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3. Documentação e Vistos (O "Pulo do Gato")
Este é o ponto mais importante da viagem. Para brasileiros (e a maioria dos turistas):
- KAZA UniVisa: É um visto único que custa US$ 50 e permite circular livremente entre o Zimbábue e a Zâmbia por 30 dias, além de permitir passeios de um dia para Botsuana. É a opção mais econômica e prática, podendo ser obtido na chegada nos aeroportos de VFA ou LVI.
- Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela: É obrigatório para entrar em ambos os países.
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Como se locomover por lá?
Uma vez nas cidades (Victoria Falls ou Livingstone), você não precisará alugar carro:
- Taxis: São abundantes e têm preços tabelados para os principais hotéis e entradas dos parques.
- Shuttles: Muitos hotéis oferecem transporte gratuito para a entrada das cataratas em horários específicos.
- A pé: Se você se hospedar no centro de Victoria Falls (Zimbábue), conseguirá ir a pé até a entrada do parque nacional.
Resumo de Tempo de Voo (Saindo do Brasil)
Não há voos diretos do Brasil para Victoria Falls. O caminho mais rápido é:
- São Paulo (GRU) → Joanesburgo (JNB): ~8h30 de voo.
- Conexão em Joanesburgo: Geralmente de 2h a 4h.
- Joanesburgo (JNB) → Victoria Falls (VFA): ~1h45 de voo.

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